O texto a seguir trata da
escravidão no Reino de congo. Leia-o.
Entre
os escravos, os mais privilegiados eram os prisioneiros nobre, usados em
atividades militares. Aí podiam ver destacadas suas características de coragem
e iniciativa. Eles podiam participar da divisão do espolio de guerra e aspirar
a possuir seus próprios soldados. A seguir vinham os que trabalhavam nas
famílias de camponeses, esses podiam chamar o senhor de “pai” e trabalhar com
seus filhos e filhas, freqüentar sua casa e desfrutar um padrão de vida muito
semelhante ao de seu senhor. Os menos afortunados eram destinados às fazendas
de escravos onde trabalhavam sob ordens
de um feitor e o máximo que podiam aspirar era ter uma parcela de terra para
trabalhar em proveito próprio. (...) Com a passagem do tempo, a maior parte dos
escravos adquiria na pratica, maioria dos direitos dos não escravos: podiam ir
e vir, receber heranças, acumular propriedades. O que os distinguia do senhor
era, fundamentalmente a impossibilidade do casamento com mulheres livres e (de
participar de) assuntos políticos.
Maru
Del Priore, Renato Pinto Venancio(orgs) Ancestrais, uma introdução a historia
da Africa. Atlantica Rio de Janeiro . Elsevier 2004.p.17-8.
1) Em que atividades eram usados os prisioneiros de origem nobre? Quais eram os seus direitos?
2) Que privilégios tinham os escravos das famílias camponesas?
3) A que podiam aspirar os escravos que trabalhavam nas fazendas?
4) Que direitos os escravos adquiriam com a passagem do tempo? Quais direitos não podiam adquirir?